Tarifa

das

Alfandegas

 do

Imperio do Brasil

 

Affonso Celso de Assis Figueiredo


 1879



Especificação

Autor: Affonso Celso de Assis Figueiredo


Publicação: Rio de Janeiro, typographia Nacional

 

Edição: 1ª. ed. - 1879


Descr. Física: Fol. - 30x22x1 cm


Idioma: Português


Paginação: 4 p.n.n. + 10 p. + 2 p.n.n. + 5 p. + 2 p. + 122 p. + 2 p.n.n. + 47 p.ind. + 1 p.b.


Conservação: Bom;f. levemente acidificadas-amareladas; rasgo na borda inferior da f. de rosto; últ. 6 f. do ind. com rasgo na borda superior atingindo o texto.


Encadernação: NP


Ilustração: Uma vinheta na p. de tít.


Valor: R$500,00


Notas: Na p. de tít., pequena grav. xilogr.

            Pert. carim., em algumas f.: "Publicações Oficiais"

 

     

SOBRE O AUTOR

 

                            Afonso Celso de Assis Figueiredo, visconde de Ouro Preto nasceu em Ouro Preto em 21 de fevereiro de 1836 e faceleu no Rio de Janeiro em 21 de dezembro de 1912.

 

Bacharelado em Direito em são Paulo; ocupou os cargos de Inspetor da Tesouraria e Procurador Fiscal da Fazenda Geral da Província. Ministro da Marinha à época da Guerra do Paraguai, prestou relevantes serviços. Nomeado, em 1879, Ministro da Fazenda, pela primeira vez, promoveu as seguintes inovações: plano para amortização do papel-moeda; divisão da proposta orçamentária em projetos distintos para cada Ministério; exclusividade à Tipografia Nacional para a impressão de leis, Diário Oficial e demais publicações oficiais; criação da taxa sobre transportes, conhecida como imposto do vintém, repelida pelos contribuintes, que não chegaram a pagá-la; proposta de reorganização administrativa. Convidado, em 1889, para presidir o Conselho, assumiu, pela segunda vez, a pasta da Fazenda. Abolida a escravidão, para facilitar a organização do regime de trabalho livre, levantou-se um empréstimo interno para conceder auxílio aos lavradores. Procurou-se resolver os grandes problemas da conversão da dívida externa e a consolidação do meio circulante. Ao ser proclamada a República, deixou o Ministério com o câmbio acima do par e uma firme política econômico-financeira. Principal redator da folha A Reforma; fundador e redator de O Progressista; colaborou com o Ensaio Filosófico e Correio Paulistano.


Na sua bibliografia destaca-se o seguinte:


- As finanças do Império. Rio de Janeiro, 1876.

- As finanças da regeneração. Rio de Janeiro, 1877.

- Discurso pronunciado em sessão da câmara quatrienal de 18.04.1879. Rio de Janeiro, 1879.

- Proposta e relatório apresentados à Assembléia Geral Legislativa na 2ª sessão da 17ª legislatura. Rio de Janeiro, Tipografia Nacional, 1879.

- Relatório (exercício de 1879-80). Rio de Janeiro, Tipografia Nacional, 1880.