Autor: Francisco Tavares
Antigo Possuidor: José Sebastião Lopes
Publicação: Lisboa, na Regia Officina Typografica
Edição: 1ª. ed. - 1794
Descr. Física: Tomo II de 2
8vo - 21x15x2.5 cm
Idioma: Português
Paginação: 2 f.b. + 8 p.n.n. + 248 p. + 2 f.b.
Conservação: Ótimo; alguns sinais de acidificação/amarelamento.
Encadernação: Enc. da época inteira em couro marrom escuro, lombada gravada em dourado.
Ilustração: Uma vinheta e uma tarja.
Valor: R$2.000,00
Ref. Ext.: Inocêncio 3, 71-73; 7, 14; 17,289
Escola med.-cir. do Porto. Catalogo da bib., 3095
Exposição de obras antigas e revistas Portuguesas de farmácia - BNL 19
Banco de Portugal. Séc. XVII-XVIII : tip. port,269
Notas: Tomo II de 2 somente
Na p. de tít.: "Publicada Por Ordem da Rainha Fidelissima D. Maria I"
Na p. de tít., peq. grav. xilogr. "escudo das armas reais de Portugal".
Pert. ms. na p. de tít.: José Sebastião Lopes
Anot. ms. nas f.b.
SOBRE O AUTOR
Francisco Tavares, foi do conselho de S.A.R. o Príncipe Regente, depois rei D. João VI, cavaleiro da Ordem de Cristo, doutor e lente da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, primeiro médico da Real Camara Physio-mór do Reino, Deputado da Junta do Proto-medicato, Sócio da academia Real das Ci^Çencias de Lisboa, e da Academia de Medicina de Barcelona.
Nasceu em Coimbra, sem sabermos a data exata, por volta de meadas do séc. XVIII. Seu pai exercia a profissão de farmacêutico naquela cidade, e era tido por insigne na sua profissão.
Faleceu em Lisboa em 20 de maio de 1812 e foi sepultado na igraja paroquial do Sacramento.
Escreveu diversas obras sobre farmácia.
SOBRE A OBRA
Raríssima primeira edição de apenas duas desta obra sobre farmacologia. A segunda edição saiu em 1824.
O TI compreende os Elementos de pharmacia, e o TII os Medicamentos simplices, preparados, e compostos.(lembrando que oferecemos somente o TII)
No século XVIII, os recursos terapêuticos eram constituídos predominantemente por plantas e seus respectivos extratos vegetais, como se pode constatar nas farmacopéias da época.
è a primeira Farmacopeia oficial, mandada elaborar por D. Maria I com o fim de regular a necessária uniformidade das preparações farmacêuticas, mas igualmente para a instrução de todos os que aprederem a arte farmacêutica
A primeira farmacopéia, no Brasil, “Pharmacopéia Geral para o Reino e Domínios de Portugal”, relaciona cerca de
400 monografias de espécies vegetais que prevaleciam como medicamento da terapêutica oficial, pouco se diferenciando da medicina popular.
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