Autor: Innocencio Borges da Roza
Publicação: Porto Alegre, Oficinas Graficas da Livraria do Globo
Edição: 1ª. ed. - 1922-1928
Descr. Física: Tomos I, II, III e IV de 4
4 t. em 1 vol.
8to. - 23x17x4,5 cm
Idioma: Português
Paginação: TI 1 f.g. + viii + 302 p.
TII 6 p.n.n. + 342 p.
TIII 6 p.n.n. + 238 p.
TIV 127 p. + 1 f.g.
Conservação: Muito bom; f. moderadamente acidificadas-amareladas; ffalta f. de rosto do TIV; enc. necessita algum restauro.
Encadernação: Enc. da época 1/4 em tela preta, lombada gravrada em dourado.
Valor: R$580,00
Notas: Anterosto
Exemplar rubricado e numerado pelo autor.
Os índices dos TI, II e IV estão enc. no final da obra.
SOBRE O AUTOR
Inocêncio Borges da Rosa sem sombra de dúvida foi, e é, um dos maiores processualistas gaúchos. Suas obras datam as décadas de 30 a 40, com lições de percuciência e clareza que relevam o autor a ser utilizado até hoje no Brasil.
Ex-Desembargador do TJRS é autor de obras preciosas como o Processo Civil e Comercial Brasileiro, Nulidades do Processo, Questões essenciais de direito, Dificuldades na prática do direito, dentre outras. Sempre preocupado com a celeridade e certeza na prestação jurisdicional, era um praxista, o qual, devida vênia, tal espírito faz falta nos dias atuais – longe das filigranas que tumultuam nossos Pretórios.
Vale aqui transcrever um dístico seu:
1) Os ideais máximos do processo são: a descoberta da verdade e a efetivação do Direito, com segurança e com a maior economia possível de trabalho, dinheiro e tempo.
2) Não basta que a pessoa tenha direito; - é preciso que queira, possa e saiba expô-lo, prová-lo e defendê-lo; - depois, é necessário que a Lei lhe forneça as garantias, o tempo e os meio para ampará-lo; - e afinal, é mister que encontre Juízes que queiram, possam e saibam investigá-lo, reconhecê-lo e efetivá-lo.”
Demonstra-se que, hodiernamente, ´nihil novi sub sole´. Sem sofrermos do pecado de copiar, mas dando nova forma e nova vida às lições, de modo que sejam úteis aos interessados, por isso vale lembrar um autor como este, já que somos meros reflexos, adaptados pela dinâmica vida social e não estamos isolados de nossas raízes, às vezes esquecidas pela terra sobreposta, mas dão força ao cume árvore para que cresça.
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