Autor: Guillaume-Thomaz Raynal
Escultor: E. Bovinet.; Villerey; Berthet;
Gravador: J. M. Moreau
Antigo Possuidor: Catezo
Publicação: A Paris, chez Berry libraire
Edição: 8ª. ed. - 1795-1796
Descr. Física: Tomos I, II, III, IV, V, VI, VIII e X de 10
8 t em 8 vols.
8to. - 20x14 cm
Idioma: Francês
Paginação: TI 2 f.g. + 4 p.n.n. + iv + ii + 480 p. + 2 f.g. + 3 f. est.
TII 2 f.g. + 8 p. + 548 p. + 2 f.g. + 1 f. est.
TIII 2 f.g. + 7 p. + 1 p.b. + 536 p. + 2 f.g. + 1 f. est.
TIV 2 f.g. + 4 p.n.n. + 447 p. + 1 p.b. + 2 f.g. + 1 f. est.
TV 2 f.g. + 4 p.n.n. + 383 p. + 1 p.b. + 2 f.g. + 1 f. est.
TVI 2 f.g. + 6 p. + 2 p. + 416 p. + 2 f.g.
TVIII 2 f.g. + 4 p.n.n. + 2 p. + 516 + 2 f.g.
X 2 f.g. + vi + 504 + 2 f.g. + 1 f. est.
Conservação: Muito bom; faltam alguns frontispícios e os mapas; alguma mancha de umidade; no t. III das p. 353 ao final reparadas com papel japonês por perda da borda inferior, mas sem afetar o texto; no t. VI f. A e A1 reparadas com perda de texto.
Encadernação: Enc. da época 1/4 em couro marrom claro marmorizado, lombada gravrada em dourado.
Ilustração: 1 portriat e 7 frontispícios.
Valor: R$860,00
Ref. Ext.: Palgrave III, 265
Sabin 68081
Borba de Moraes 2, 700
Notas: Tomos I, II, III, IV, V, VI, VIII e X de 10.
Anterostos
Pert. carim., na f.b. na parte inferior: "Calezo..."
SOBRE O AUTOR
Guilherme Thomas François Raynal nasceu em 12 de abril de 1713, em Aveyron e faleceu em 6 de março de 1796, religioso e filósofo francês. Utilizou o nome L'Abbé Raynal quando pertenceu à Companhia de Jesus.
SOBRE A OBRA
Tomo V com mais de 200 páginas relativas ao Brasil.
Primeiramente publicado anonimamente em 1770 em uma versão mais curta, o livro expressa sentimentos fortes contra o despotismo, a escravidão, a estabelecida ordem religiosa, a Inquisição, e do sistema colonial, em geral. Foi suprimida pela monarquia francesa, e no início edições foram produzidas em Genebra, Amesterdão, Lausanne, Haia, Londres e em outros locais.
Os sentimentos e as críticas nele contidas impediu a sua publicação na França, pois o Abbe Raynal, de acordo com Querard, causou três cópias a serem impressas em Paris, pela primeira Stoupe, um dos quais deixou em cuidados da impressora, o segundo ele reservados para si próprio, o terceiro que ele enviou a Genebra para ser reimpresso como acima.
O livro foi condenado pelo parlamento francês e dignitários da igreja, e Raynal foi obrigado a deixar a França.
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