Divisão e Demarcação

de

Terras Particulares

 

 Rodrigo Octavio Langgaard

 

 1913



Especificação

Autor: Rodrigo Octavio Langgaard


Antigo Possuidor: José nicolau de Faria


Publicação: Rio de Janeiro, Francisco Alves & Cia.

 

Edição: 3ª. ed. - 1913


Descr. Física: 4to. - 22x14,5x2.3 cm


Idioma: Português


Paginação: 2 f.g. + 171 p. + 1 f.g.


Conservação: Muito bom; primeiras e últimas f. com sinais de acidificação; f. moderadamente amareladas.


Encadernação: Enc. da época 1/4 em couro vermelho, lombada gravrada em dourado.


Valor: R$100,00


Notas: Anterosto

            Pert. ms., na f. de rosto na parte superior: "José Nicolau de Faria"

            Exemplar rubricado pelo autor.

 

     

SOBRE O AUTOR

 

                            Rodrigo Otávio Langgaard de Meneses nasceu em Campinas em 11 de outubro de 1866 e faleceu no Rio de Janeiro em 24 de fevereiro de 1944, foi advogado, professor, magistrado, contista, cronista, poeta e memorialista brasileiro. Participou, desde o início, do grupo de escritores que fundaram a Academia Brasileira de Letras. Era pai do também acadêmico Rodrigo Otávio Filho.

 

Filho do Dr. Rodrigo Otávio de Oliveira Meneses e de D. Luiza Langgaard, filha do médico dinamarquês, estabelecido no Brasil, Dr. Theodoro Langgaard. Aos 5 anos veio, com sua família, para o Rio de Janeiro. Estudou na na Faculdade de Direito de São Paulo, onde se formou aos 20 anos, em 1886. Iniciou a vida pública na magistratura, tendo sido nomeado, em 1894, secretário da Presidência da República no governo de Prudente de Morais entre 1894 e 1896, quando começou a lecionar na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade do Brasil.

 

Por diversas vezes foi presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros, entidade que promoveu a criação da Ordem dos Advogados do Brasil, em 1930. Rodrigo Otávio presidiu também a Sociedade Brasileira de Direito Internacional e membro honorário e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

 

Como advogado deixou uma infinidade de pareceres e peças jurídicas. Escreveu muitos livros jurídicos e deixou suas memórias em duas obras: De coração aberto e Minhas Memórias dos Outros.

 

Consultor-geral da República (1911-1929), foi delegado plenipotenciário do Brasil em diversas Conferências Internacionais, como as de Haia, para o Direito relativo à letra de câmbio (1910 e 1912); de Bruxelas, para o Direito Marítimo (1909, 1910 e 1912); a Conferência Científica Pan-Americana de Washington (1916); da Paz, de Paris (1919), tendo assinado o Tratado de Versalhes. Foi conferencisata em várias universidades - Paris, Roma, Varsóvia e Montevidéu. Foi também vice-presidente na I Assembléia da Liga das Nações, em 1920.

 

Em decreto de 5 de fevereiro de 1929, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, cargo que exerceu até aposentar-se em 7 de fevereiro de 1934.

 

 

SOBRE A OBRA

 

                          Primeira edição data de 1891 e a segunda de 1898.