Autor: François Auguste Biard
Gravador: Édouard Riou
Publicação: Paris, Librairie de L. Hachette
Edição: 1ª. ed. - 1862
Descr. Física: 4to. - 25x17x6 cm
Idioma: Francês
Paginação: 1 f.g. + 1 f.b. + 4 p.n.n. + 680 p. + 1 f.b. + 1 f.g.
Conservação: Ótimo; com mancha de umidade na borda superior das primeiras 20 folhas e parte da tapa frontal.
Encadernação: Enc. da época 1/4 em couro vermelho, lombada gravrada em dourado, borda das f. em dourado.
Ilustração: 180 gravuras dentro e fora de texto.
Valor: R$1.500,00
Ref. Ext.: Borba de Moraes p. 106
Sabin 5134
Duarte de Sousa 2, 78
Vicaire III, 468
Dictionnaire illustré des explorateurs et grands voyageurs français du XIXe siècle, III, 27
Notas: Anterosto
Por baixo do pé de imprensa: "Droit de traduction reserve"
SOBRE O AUTOR
François Auguste Biard nasceu em Lyon em 1788, e morreu próximo de Fontainebleau, em 1882. Um pintor sem muito talento, mas uma pessoa extremamente inteligente, ele conseguiu as boas graças de Louis Philippe, que finalmente comprou muitas de suas pinturas para Versailles. Biard viajou muito, ele visitou o Egito, o Médio Oriente, e Spitzbergen, quando ele conheceu Leonie d'Aunet com quem ele viveu na época, e com quem se casou mais tarde. Ele visitou o Brasil em 1860. No Rio ele conseguiu um encontro com o Imperador, que, por sua vez, encarregou-o de pintar o seu retrato, bem como a de vários membros da família imperial. Biard viajou através do Espírito Santo e até o rio Amazonas por meio das cidades costeiras. Ele publicou a conta desta viagem na revista, Le tour du Monde. Em 1862 ele é montado em um volume, ilustrado por Riou a partir dos seus próprios esboços.
SOBRE A OBRA
Depois de uma primeira viagem a Spitsbergen, em 1838, o pintor em 1858 rumou para o Brasil. A partir de Southampton em 9 de Abril de 1858, em um navio a vapor Inglês, chega no Rio de Janeiro após paradas em Lisboa, em Madeira e Tenerife. No Rio, o cônsul Taunay o apresentou para o imperador, Dom Pedro II, que encomendou o seu retrato e da Imperatriz. Em seguida, na visitou o Brasil e conheceu os seus habitantes: ele vê Nova Almeida, Bahia, Pernambuco, Fortaleza, Pará (Belém) e Manaus. É resolve afastar-se da cidade, em Manaus, e fica em uma casa perto de uma cachoeira, onde ele vive como uma selvagem. Durante várias semanas, ele pode pintar e fotografar, no silêncio e solidão. Querendo ver os índios em seus próprios costumes, ele realiza uma expedição de canoa no Madeira e em Monducurus, então ele ingressou na Amazônia, ao longo do Paraná-Mirim, através do território indiano Maöes.
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