Constitviçoens Geraes

para todas as Freiras

 e

Religiosas Fogeitas

 

 Ordem de Santa Clara

 

 1693



Especificação

Autor: Ordem de Santa Clara


Antigo Possuidor: Seminario da Santa Maria do Monte da Madalena


Publicação: Lisboa , na officina de Miguel Deslandes, impressor de Sua Magestade

 

Edição: 4ª. ed. - 1693


Descr. Física: 8to. - 20x15x1.6 cm


Idioma: Português


Paginação: 2 f.b. + 8 p.n.n. + 166 p. + 2 f.b.


Conservação: Muito bom; pequeno pico de inseto que atinge a borda inferior das últ. 10 f.


Encadernação: Enc. da época inteira em couro marrom escuro, lombada gravrada em dourado.


Ilustração: Algumas vinhetas, tarjas e capitulares.


Valor: R$1.300,00


Ref. Ext.: Inocêncio 2, 108

                Pinto de Matos 207

                Cunha, X. Impr. deslandesianas 656-7

                Monteverde 1733

                Samodães 843

                Ulrich 978

                Avila Perez 2, 1912

                Arouca C 546


Notas: Por baixo do pé de imprensa: "Com todas as licenças necessarias"

            Na p. de tít., linha tipogr.

            Pert. ms., na f. b. na parte superior indecifrável.

     

 

SOBRE O AUTOR

 

                            Em 1212, a jovem Clara de Assis seguiu o atraente exemplo de Francisco e viveu, dentro da clausura e na contemplação, o ideal de pobreza evangélica. Surgiu, assim, a Ordem das Clarissas, ou a Segunda Ordem Franciscana.

 

A Ordem de Santa Clara que se fundou no Convento de São Damião, em 1212, sob a orientação de Santa Clara e de S. Francisco e que teve sempre o apoio dos Frades Menores, depressa se estendeu por toda a Europa e constitui hoje, com cerca de 1500 mosteiros em todos os continentes, a Ordem de Clausura mais numerosa em toda a Igreja.

 

As Irmãs Clarissas chegaram a Portugal pouco depois da morte de Santa Clara, em 1254. A primeira comunidade instalou-se em Lamego, passando em 1259 para Santarém. Quando saiu o decreto a extinguir a Vida Religiosa em Portugal, em 1834, havia cerca de 100 mosteiros de irmãs Clarissas em Portugal. Com a morte da última religiosa todos os mosteiros passavam para a fazenda pública. Assim nos fins do século passado foram encerrando todos os mosteiros.